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SEBRAE RS seleciona: 1.100 pequenos negócios para quatro meses de atendimento especializado gratuito

Região Metropolitana (450 vagas);Serra Gaúcha (250 vagas);Sinos, Caí e Paranhana (225 vagas); –       Vales do Taquari e do Rio Pardo (50 vagas); Região Sul (75 vagas); Região Norte (50 vagas).

Iniciativa, que já beneficiou mais de 3.100 empreendedores gaúchos desde 2021, inicia novo ciclo a partir do mês de março em seis regiões do RS

O Sebrae RS está com inscrições abertas para novo ciclo do Programa Brasil Mais. A organização está selecionando 1.100 pequenas empresas gaúchas de seis regiões que terão a oportunidade de participar da iniciativa que oferece quatro meses de acompanhamento especializado totalmente gratuito visando ao fomento de novas oportunidades para os empreendedores dos mais diferentes segmentos.

O programa inicia as atividades em 21/03 e as inscrições para o processo seletivo podem ser feitas pelo www.gov.br/brasilmais conforme o preenchimento das vagas de cada região:

Região Metropolitana (450 vagas);Serra Gaúcha (250 vagas);Sinos, Caí e Paranhana (225 vagas); –       Vales do Taquari e do Rio Pardo (50 vagas); Região Sul (75 vagas); Região Norte (50 vagas).

Com metodologia própria e que contempla encontros virtuais e presenciais de forma coletiva e individual junto aos empreendedores selecionados, o programa é executado por uma equipe do Sebrae RS que dispõe de 45 Agentes Locais de Inovação (ALI). A iniciativa é ofertada em parceria com o Ministério da Economia e com o CNPq.

Segundo a gestora de projetos do Sebrae RS, Michele Seleri, desde 2021 o programa já capacitou mais de 3.100 empresas gaúchas em três ciclos de atendimento. Segundo ela, a metodologia contempla temas técnicos de interesse para empresas dos mais diversos segmentos de atuação, ao mesmo tempo em que apresenta soluções que estejam de acordo com a realidade local de cada negócio. “São trabalhadas estratégias simples e eficientes para aumentar o faturamento, diminuir custos, qualificar o modelo de negócios e inovar. A meta final é aumentar os indicadores de produtividade”, explica.

Livraria de Bento Gonçalves é destaque do programa

Localizada no centro de Bento Gonçalves, a livraria Dom Quixote participou do programa no ano de 2021. Com cinco anos de atuação, o negócio encontrou nos programas do Sebrae RS o impulso para desenvolver novas soluções, em especial, frente aos desafios impostos pela pandemia. A empreendedora Eunice Pigozzo conta que a execução de um plano de ação para boas práticas gerenciais e pontos de atenção nas rotinas do dia a dia foram elencadas como prioridades a serem trabalhadas durante os quatro meses do programa que teve, entre outros resultados diretos, a criação de um clube de assinatura de livros infantis, além do lançamento da loja online.

Como protótipo, a empresa lançou no mês de setembro um serviço de vendas diretas para as escolas da região com oferta de livros no formato de curadoria, de acordo com o plano pedagógico de cada instituição. O novo serviço conta com visitas às escolas e três tipos de planos de adesão, com diferentes faixas de aquisição. De acordo com cada faixa de valor consumido é feita a doação de quatro livros, sorteio de brindes e ações de incentivo à cultura como contação de histórias.  “O programa chegou na hora certa. Estávamos precisando de uma ferramenta gerencial que nos desse um norte a seguir e conseguimos ‘virar a chave’ com as proposições sugeridas. Estruturamos e enxergamos novas oportunidades em serviços que já oferecíamos, não somente para aumentar o faturamento, mas também para intensificarmos nosso relacionamento com nossos clientes reais e potenciais”, relata.

O trabalho junto a Dom Quixote foi conduzido pela Agente Local de Inovação do Sebrae RS Micheli Bueno. Ela destaca que, para a obtenção dos melhores resultados durante o programa, é fundamental que os empreendedores tenham a mente aberta e um olhar crítico sobre o próprio negócio, em vistas a sua melhoria. “É uma via de mão dupla. O empreendedor tem de ter engajamento para otimizar os resultados. No dia a dia muitas vezes o operacional é prioridade e as empresas não dedicam tempo suficiente para pensar estratégico de forma  analítica. Com essa visão de fora, como agentes de inovação, conseguimos identificar novas oportunidades”, destaca. 

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