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Hospital Arcanjo São Miguel

Secretário de Saúde, Jeferson Moschen: “Já somamos 65 meses de intervenção. E lá atrás houve a necessidade dessa ação pela causa principal da manutenção do serviço prestado. Hoje o hospital está saneado, e por isso estamos tendo poucas justificativas técnicas e jurídicas para manter a intervenção. Mas já há a renovação da intervenção por mais 180 dias, no mesmo status em que ela está hoje, com a mesma comissão interventora. Sobre futuras negociações, há notícias de que há tratativas adiantadas, mas nada está firmado. O que se busca é um projeto que atenda os anseios da nossa comunidade”.

Presidente do Conselho Municipal de Saúde, César Maciel: “Minha luta sempre foi para que a saúde de Gramado tivesse as melhores condições possíveis. Gramado é uma cidade diferenciada. Nós estamos decidindo por outras pessoas, porque a minoria da população depende exclusivamente do SUS. Por isso que a importância pública é muito maior do que a privada. Acredito que a intervenção foi bem feita, bem assessorada. Mas um dia vai chegar um fim. Só que veremos muita gente interessada não só no aspecto da saúde, mas também na área física do hospital. Acho, por isso, que se pode buscar um caminho de desapropriação daquela área. A gente sabe da importância das irmãs, mas também sabemos que aquela área foi doada e pertence à comunidade”.

Promotor de Justiça, Max Guazzelli: “Historicamente foi aberto um inquérito civil em 2013, em razão das falhas no atendimento à saúde do hospital, quando a Sefas ainda não estava na gestão. Os piores problemas aconteciam na emergência, e depois que a congregação assumiu continuaram as falhas. Entretanto, houve toda uma precariedade de gestão e eu não saberia explicar o porquê disso. Não podemos esquecer que atendemos ao SUS e aos conveniados. Antes da intervenção o hospital estava sucateado, era uma situação caótica. Fizemos uma inspeção sala por sala assim que a Prefeitura de Gramado interviu. E hoje temos a evolução das melhorias documentadas. Mas não podemos esquecer que embora o hospital seja privado, ele faz um serviço público”.

Vice-prefeito, Luia Barbacovi: “Os resultados positivos da intervenção são notórios por meio de todo o melhoramento e da presença do setor público por meio de repasses e de emendas. Mas especialmente hoje nós temos o pertencimento, porque não importa se o hospital é privado, ele vai ser sempre de Gramado. Nós temos essa responsabilidade. Por isso que adiantamos que não existe nenhuma negociação do São Miguel que desconsidere o SUS. Sabemos que precisamos ver um novo rumo, mas só vamos fazer negócio ou dar anuência para algum negócio se tivermos toda segurança de saúde para o gramadense”.

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