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O Messias transfigurado

(Mc 9,1-10)

2º Domingo da Quaresma

A convivência com Jesus não foi suficiente para levar os discípulos a compreendê-lo em profundidade. Suas palavras, seu modo de se relacionar com as pessoas e seus gestos miraculosos ofereciam pistas para isso. Esta dinâmica de conhecimento, no entanto, aconteceu de forma lenta e penosa.

Nem sempre os discípulos tiveram suficiente agilidade mental para penetrar na identidade de Jesus. Não seria conveniente que o momento da paixão os encontrasse despreparados. Correriam o risco de não compreender o verdadeiro sentido da cruz e morte de Jesus.

A experiência da transfiguração foi uma maneira de queimar etapas e colocar os discípulos, de forma transparente, diante da realidade de Jesus. O rosto radiante e as vestes esplendorosas simbolizavam sua santidade. O diálogo com Moisés e Elias situava-se no âmago das Escrituras: a Lei e os profetas apontavam para ele e tinham nele seu Jesus era seu Filho querido, a quem todos deviam dar a máxima atenção. O Filho falaria em seu nome e comunicará à humanidade seu desígnio de salvação. Ouvir a Jesus corresponderia a estar em contínua relação com Deus.

Revelava-se, desta forma, a verdadeira dimensão da cruz: um ultraje para Deus.

Façamos nossa oração:

Senhor Jesus, revela-nos, sempre mais, tua verdade profunda, para nós possamos compreender a grandeza do amor que manifestastes na cruz. Amém.

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