Edição Nº 707 - 22/07/2020

22/07/2020

47 anos de Festival de Cinema de Gramado

47 anos de cinema em Gramado

OBJETIVO

Estamos buscando ao longo das semanas tratar de conteúdos positivos relacionados a Gramado e, retratar um dos eventos que o município mais se ‘apropria’, nos seus 47 anos ininterruptos, é sem dúvida uma bela pauta. Nosso objetivo não é histórico, é uma memória, a qual boa parte fizemos parte e, com certeza, este é um ótimo momento de ‘maratonar’ a edição. Esperamos que aproveite!

SUGESTÃO

Veja a edição no computador;

Entre no CONTINUE LENDO, para ver as imagens e as premiações;

Clique nas imagens para AMPLIAR;

Caso recebamos mais imagens vamos atualizando;

Tu podes fazer uma bela ‘maratona’ pelo cinema nacional. Inclusive no início os filmes era bem ‘adultos’, nem precisa colocar em canal de assinatura.

PREMIADOS

Listas com todos os premiados, desde 1973, de Longas-metragens a 16mm;

FILMES

Melhor Filme Nacional / Melhor Filme Estrangeiro – Vídeos com comentários e links (filme ou trailer) na capa;

Premiação de Júri Popular, Estudantil, Critica e outros – No CONTINUE LENDO, a maioria com links para filme ou trailer;

FOTOGRAFIAS DOS FESTIVAIS

O que consta tem como fonte o site do Festival de Cinema de Gramado, de 2011 a 2019;

Arquivo gramadomagazine.com.br;

Arquivo Histórico Municipal João Leopoldo Lied, praticamente todas doadas pelo Jornal de Gramado;

Tu vais ver que existe um vácuo significativo de imagens que não sabemos com quem estão. Só a lamentar pois foram os áureos tempos da vida social do Festival.

Não foi possível consultar o arquivo do Museu do Festival de Cinema pois está fechado devido a pandemia e não responderam aos nossos chamados.

AGRADECIMENTO

Karen Dinnebier/Arquivo Municipal João Leopoldo Lied. Galeto Mamma Mia pela imagens.

Pesquisa, edição, diagramação, revisão: Tela Tomazeli

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Festival de Cinema de Gramado se reinventa e apresenta 48ª edição on-line

Mostras competitivas serão exibidas no Canal Brasil. 

Após anunciar a mudança de data de agosto para setembro, o 48º Festival de Cinema de Gramado se reinventa. O evento programa para este ano uma edição on-line e com exibição no Canal Brasil, TV por assinatura. A decisão, mesmo exigindo adaptações e novas regras, parte do entendimento de que é necessário manter a realização, mas de forma segura, diante do cenário de pandemia, e como importante janela para o setor audiovisual, já bastante impactado.

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O Festival de Cinema de Gramado

Histórico Oficial

A trajetória do Festival de Cinema de Gramado acompanhou todas as fases do cinema nacional. “Se olharmos para a história do Festival, podemos saber como foi o nosso Brasil e o nosso cinema nos últimos 40 anos”, atesta o diretor Fernando Meirelles. Em 1992, com a internacionalização, o evento também passou a fazer um panorama da produção ibero-americana, ampliando seus horizontes cinematográficos. Agora, fortalece a cada ano o título de maior festival de cinema ininterrupto do Brasil, sempre se adaptando a novas tendências do audiovisual e trazendo os novos olhares de um cinema brasileiro contemporâneo e em constante mudança.

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O Festival de Cinema

Por Tela Tomazeli

Existem algumas formas de se ver o Festival de Cinema de Gramado. Vou aqui colocar como aprendi e repasso o contexto do nosso Festival. Ele faz parte de uma família de quatro filhos que foram criados pela Festa das Hortênsias. É o irmão mais velho da Fearte (in memória), da Festa da Colônia (a amadinha dos gramadenses) e do Natal Luz (hoje o irmão rico da família), que subsidia os irmãos e de primos que vieram ao longo do caminho).

O Festival, na época em que foi criado, como uma mostra, e aqui não vou entrar no mérito para não magoar ninguém, tinha como objetivo um conceito que Gramado sempre trouxe consigo, realizar ações, tão boas e interessantes que passassem a ser notícia de forma obrigatória, mesmo que não pagando mídia e, foi o que aconteceu ao longo dos anos.

Realizado incialmente no mês de janeiro, era um prodígio de manchetes que a piscina do Hotel Serra Azul protagonizava. De vez em quando nós mortais conseguíamos acessar, senão, era somente pelo muro, mas, valia a pena ver os ‘nudes’ e a modernidade dos artistas. Peito de fora era comum nas mulheres. Bebidas, cigarros, cabelões, música…

A noite o Cine Embaixador era o ponto de encontro, já se sabia quem estaria no ‘toldinho’ de acesso, que evoluía a cada ano no formato, não tinha rua coberta, tampouco tapete vermelho para nos deixar longe dos artistas. Após a exibição dos filmes, que normalmente se conseguia convite para sentar no chão, o local das festas era o bar do Serra Azul.

O tempo foi passando, a área cinematográfica querendo mais cultura e menos festas. Esperneavam devido a presença de atores que faziam novelas e não cinema, era meio divido, mas Gramado sabia que, os atores de novela é que davam retorno de mídia. E as coisas foram se equalizando, a mudança de quatro em quatro anos das administrações Pedro Bertolucci e Nelson Dinnebier foi importante porque trouxeram novas pessoas com visões diferentes e o Festival de Gramado foi se consolidado muito mais culturalmente do que socialmente. Na época de crise de filmes brasileiros aconteceu a internacionalização. Creio que este vácuo que o cinema brasileiro teve foi fundamental para a reinvenção das produções pois quando os filmes voltaram a aparecer a mudança já era significativa para o que vemos hoje (tu podes acompanhar através da ‘maratona’ com os filmes que sugerimos em nossa publicação). A curadoria de pessoas ligadas ao cinema passou a ser importantíssima para o setor cinematográfico.

O vácuo social das festas oficias do Festival deu espaço para a entrada da inciativa privada, até como retorno para os patrocinadores, principalmente de bebidas e cigarros e surgiram as baladas eletrônicas, reunindo milhares de jovens em hotéis com pacotes fechados, e centro de eventos. Até que chegaram as ruas e aos restaurantes da Rua Coberta.

Editora / Cidadão gramadense

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A Mostra de Cinema que deu incio ao Festival

Das muito antigas, quando foto era no papel…

1973 – 1ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Toda Nudez Será Castigada”, de Arnaldo Jabor

O viúvo religioso Herculano se encontra em um dilema quando seu irmão, no intuito de ajudá-lo, marca um encontro com uma prostituta. Apesar das memórias da esposa, Herculano se apaixona pela linda Geni, causando um alvoroço na família, especialmente com seu filho único, Serginho, que se recusa a aceitar o novo relacionamento do pai.
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1974 – 2ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Vai Trabalhar Vagabundo”, de Hugo Carvana

Um malandro carioca é colocado em liberdade depois de longo tempo na prisão e dedica seus primeiros momentos a admirar as maravilhas do RJ. Preocupado com seu futuro, ele planeja uma grande virada.
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1975 – 3ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “O Amuleto de Ogum”, de Nelson Pereira dos Santos

A história é narrada pelo cego Firmino, um violeiro nordestino. No sertão, Maria leva seu filho Gabriel a um centro de umbanda, a fim de buscar proteção. O rapaz ganha um amuleto, capaz de gerar grande cobiça.
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1976 – 4ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “O Predileto”, de Roberto Palmari

Prêmio Especial do Júri: “O Casamento”, de Arnaldo Jabor

Sabino é um homem de negócios que vive um amor incestuoso com sua filha de 18 anos, Glorinha, que está prestes a se casar. Para complicar ainda mais a situação, o médico da família diz ter visto o futuro genro beijando outro homem na boca.
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1977 – 5ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “À Flor da Pele”, de Francisco Ramalho Júnior

À Flor da Pele é um filme brasileiro produzido em 1976. Teve um público de aproximadamente 400 mil espectadores. Ganhou o prêmio de melhor filme, melhor atriz, e melhor roteiro no V Festival do Cinema Brasileiro de Gramado. Ganhou o prêmio especial no X Prêmio “Air France de Cinema”. Wikipédia
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1978 – 6ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Doramundo”, de João Batista de Andrade

Em 1939, na cidade ferroviária de Cordilheira, perto de São Paulo, construída e explorada pelos ingleses, surge nos trilhos um operário assassinado. Flores, assessor do superintendente inglês Comb, passa a cuidar do caso e chama Guizzot, famoso e temível delegado da capital que, chegando com seus policiais, torna tenso o clima local. Ninguém fala, e novos mortos surgem misteriosamente. As investigações envolvem todos e acabam trazendo à tona o triângulo amoroso entre Raimundo, sua amante Teodora e o esposo desta, Pereira. Várias pessoas são presas, inclusive Raimundo e Pereira, soltos com a prisão do suposto assassino, o operário Mingo. Mas novas mortes se sucedem, inclusive a de Moura, personagem misterioso recém-chegado à cidade. Sem pistas a polícia supõe que os crimes tenham origem numa rivalidade entre casados e solteiros, por causa das mulheres locais. Por iniciativa de Flores, a companhia Railroad envia à Cordilheira três prostitutas, que se instalam num vagão abandonado, logo incendiado pelas esposas revoltadas. Teodora planeja fugir com Raimundo da mediocridade de sua vida conjugal. Na véspera da viagem, Raimundo aparece morto. Inaugurando um campo de futebol na cidade, Flores exige o fim da violência. E tudo parece ser esquecido na alegria da partida inaugural.
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1979 – 7ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Raoni”, de Luiz Carlos Saldanha e Jean Pierre Dutilleux

https://youtu.be/73rRoXNtTn8

A memória audiovisual brasileira é protegida por instituições como a Cinemateca do MAM, conduzida por Hernani Heffner. Graças ao seu empenho e obstinação, foi possível conservar o material que originou esta cópia, tendo sido esta digitalizada na Mapa Filmes do Brasil.

Raoni foi filmado clandestinamente no Parque Nacional do Xingu, durante a ditadura militar brasileira no princípio de 1975. O filme é o resultado do encontro entre o cineasta belga Jean Pierre Dutilleux e o cineasta brasileiro Luiz Carlos Saldanha em Búzios, litoral norte fluminense. Misto de documentário etnográfico e experiência hippie sobre a convivência em pequenas comunidades, Raoni teve três versões: a brasileira, com locução de Paulo César Pereio, a francesa, narrada por Jacques Perrin e a norte americana, na voz de Marlon Brando.

Em 1979, a versão brasileira ganhou 4 prêmios no Festival de Gramado, melhor filme, direção de fotografia, montagem e música. Logo depois, a versão americana disputou o Oscar de melhor documentário.

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1980 – 8ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Gaijin – Caminhos da Liberdade”, de Tizuka Yamasaki

No início do século XX um grupo de japoneses vem para o Brasil, para trabalhar em uma fazenda de café em São Paulo. Lá eles encontram dificuldades para se adaptar pois são tratados com hostilidade, tendo que trabalhar quase como escravos e são roubados pelo patrão. Apenas alguns colonos os tratam bem, entre eles, Tonho, o contador da fazenda.
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1981 – 9ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Cabaret Mineiro”, de Carlos Alberto Prates Correia

“Durante uma viagem de trem pelo norte de Minas, o aventureiro Paixão conhece Salinas, por quem se apaixona à primeira vista. Os dois se amam na cabine leito e, de manhã, ao acordar, ele percebe que ela não está mais lá. Paixão irá viver as mais diversas aventuras amorosas, enquanto sonha com a amada que desapareceu de sua vida.”
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1982 – 10ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Pra Frente Brasil”, de Roberto Farias

Em 1970, em plena euforia do milagre econômico e da vitória da seleção brasileira na Copa de 70, um pacato cidadão da classe média, Jofre Godoi da Fonseca, é confundido com um ativista político, sendo então preso e torturado por um grupo que combate “subversivos”, patrocinado por empresários. A mulher e o irmão de Jofre investigam seu desaparecimento, pois não conseguem o apoio da polícia.
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1983 – 11ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Sargento Getúlio”, de Hermano Penna

(…) A ação se passa nos anos 1940, e sugere o contexto da ditadura do Estado Novo (1937 – 1945) de Getulio Vargas. Quem interpreta o personagem-título é Lima Duarte (1930), em uma das performances mais elogiadas de sua carreira. O sargento Getúlio é um jagunço militar que, em companhia de seu motorista e fiel escudeiro Amaro (Orlando Vieira), vai de Paulo Afonso (BA) a Aracaju (SE) transportando um preso que é inimigo político de seu chefe (…)
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1984 – 12ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “O Baiano Fantasma”, de Denoy de Oliveira

Um nordestino ingênuo vai para São Paulo em busca de uma vida melhor e acaba trabalhando para uma agiotas como cobrador de dívidas. Com a morte de um devedor, ele se torna o principal suspeito, sendo perseguido pela polícia e pela gangue.
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1985 – 13ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “A Marvada Carne”, de André Klotzel

A Marvada Carne é um filme de 1985, produzido por Cláudio Kanhs, da Tatu Filmes, dirigido por André Klotzel e estrelado por Fernanda Torres, Adilson Barros e Regina Casé. Ganhou onze prêmios no Festival de Gramado.Nho Quim vagueia com o seu cachorro pelo interior na esperança de conseguir realizar seus dois sonhos: encontrar uma noiva e comer carne de vaca.
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1986 – 14ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “O Homem da Capa Preta”, de Sérgio Rezende

Cinebiografia de Tenório Cavalcanti (José Wilker) polêmico e reacionário político da Baixada Fluminense dos anos 50 e 60. Ex-deputado federal, com sua metralhadora apelidada de Lourdinha, desafiava a corrupção e os poderosos que dominavam o município fluminense de Duque de Caxias.
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1987 – 15ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Anjos do Arrabalde”, de Carlos Reichenbach

Anjos do Arrabalde é um filme brasileiro de 1987, dirigido por Carlos Reichenbach. Em novembro de 2015 o filme entrou na lista feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.
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1988 – 16ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “A Dama do Cine Shangai”, de Guilherme de Almeida Prado

Um corretor de imóveis e ex-pugilista entra em um velho cinema de São Paulo e conhece uma mulher misteriosa que se parece com a protagonista do filme em exibição. Logo após este encontro, sua vida se complica e ele é acusado de assassinato.
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1989 – 17ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Festa”, de Ugo Giorgetti

Um tocador de gaita, um jogador de sinuca e seu velho assistente são convidados para animar uma festa de granfinos, mas o tempo vai passando e eles nunca são chamados para se apresentarem. Durante sua espera no hall de entrada presenciam todo tipo de absurdos conforme a festa prossegue e os convidados vão ficando mais desinibidos.
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1990 – 18ª Festival de Cinema de Gramado

Ano da Internacionalização

Melhor Filme – “Stelinha”, de Miguel Faria Jr.

Stelinha já foi uma rainha da MPB e ídolo do rádio. Hoje, decadente e solitária, circula pelas noites do Rio em busca de alguma emoção indo sempre além do último copo. Eurico é um roqueiro em ascensão. O encontro dos dois numa madrugada de Copacabana provoca em Eurico compaixão e fascínio por um ídolo de sua infância. Decide ajudá-la a voltar a cantar. O envolvimento dos dois dá força a Stelinha, mas também a torna cada vez mais dependente de Eurico. De qualquer modo é sua volta por cima. Desde que ela consiga adaptar-se a uma outra realidade, a um novo tempo. Foto
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1991 – 19ª Festival de Cinema de Gramado

1992 – 20ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Técnicas de Duelo”, de Sergio Cabrera

No final dos anos 50, nas montanhas dos Andes, um povoado tem sua habitual calma alterada pelo iminente duelo de morte entre o professor e o açougueiro, até então amigos íntimos e companheiros de luta política.
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1993 – 21ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Um Lugar no Mundo”, de Adolfo Aristarain

Película argentina filmada en escenarios naturales de la provincia de San Luis. Obtuvo numerosos premios, destacando la Concha de Oro en el Festival Internacional de Cine de San Sebastián y el Premio Goya a la mejor película extranjera de habla hispana.
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1994 – 22ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Morango e Chocolate”, de Tomáz Gutierrez Alea e Juan Carlos Tabio

Un idealista comunista ve cómo su opinión de la vida cambia cuando hace amistad con un homosexual cubano.
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1995 – 23ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Amnésia”, de Gonzalo Justiniano

“Hace unos años, el soldado Ramírez participó en un crimen, allá en la profundidad del desierto. Asesinatos ordenados por su superior, el cruel oficial Zúñiga. Pasa el tiempo, y un día Ramírez se encuentra con Zúñiga, ahora ambos convertidos en civiles. La casualidad le está dando una chance a la conciencia atormentada del primero para reparar – o vengar – los hechos del pasado. O quizás la oportunidad sea para Zúñiga. Drama pausado y elíptico sobre el perdón, el dolor y la venganza en un sentido más universal que la simple anécdota”.

Melhor Longa-Metragem Brasileiro: “Felicidade é…”, de José Pedro Goulart, José Roberto Torero, Jorge Furtado e A.S.Cecílio Neto

Quatro visões da felicidade. SONHO: Um escritor em crise recebe inesperada ajuda de sua mulher, mas só quando ela dorme. BOLO: Um casal se xinga e se ofende enquanto ela prepara o bolo para comemorar suas Bodas de Ouro. CRUZ: Um homem bem casado, respeitável e com um neto se reencontra com uma ex-namorada de 50 anos atrás. ESTRADA: Dois casais em busca de um tranqüilo fim de semana na serra cruzam com um caminhoneiro mal-humorado e sem freio.

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1996 – 24ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Quem Matou Pixote?”, de José Joffily

O filme conta a história de vida do ator Fernando que interpretou um menino de rua no filme Pixote – A Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco. Após o estrondoso sucesso com o filme de Babenco, Fernando nunca conseguiu se destacar novamente, apesar da luta para reconquistar o posto de ator mirim prodígio. Frustrado, acaba se envolvendo em crimes, traçando para si um caminho sem volta. Marcado por um personagem que interpretou intuitivamente, talvez por saber bem sobre aquela realidade retratada no filme, Fernando viveu Pixote até ser assassinado em agosto de 1987.  
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1997 – 25ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “For All – O Trampolim da Vitória”, de Luiz Carlos Lacerda e Buza Ferraz

Durante a Segunda Guerra Mundial, a base aérea de Natal recebe 15 mil soldados vindos dos Estados Unidos. Entre canções norte-americanas e o molejo do forró brasileiro nascem muitos casos de amor.

Melhor Filme Latino: “O Testamento do Senhor Nepomuceno”, de Francisco Manso

Napumoceno da Silva Araújo (Nelson Xavier) era o homem mais bem sucedido do arquipélago de Cabo Verde. Por isso, a sua morte (em 1984) não deixou ninguém indiferente, principalmente o seu sobrinho, que já se via como herdeiro dos seus bens. Mas a vida de Napumoceno guardava segredos e, dentre eles, uma inesperada filha ilegítima herdeira de toda a sua fortuna. Através de fitas gravadas, Graça (Maria Ceiça) vai descobrindo a verdadeira personalidade do seu pai: um homem ambicioso, astuto, oportunista, sensível e apaixonado. Divertida com as confissões do seu pai, o que mais a surpreende e cativa são as relações sobre as mulheres da sua vida.
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1998 – 26ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Pizza, Birra, Faso”, de Bruno Stagnaro e Israel Caetano

Cuatro amigos. Una ciudad. Una única salida… El Cordobés vive con sus tres amigos y su mujer embarazada, Sandra, en la misma casa. Esta banda de adolescentes marginales pulula por Buenos Aires viviendo del robo, pero siempre dependen de alguien que los emplea y les quita la mayor parte del botín. La filosofía de vida del Cordobés y los suyos parece ser que mientras no falten la pizza, cerveza y cigarrillos, todo es soportable.
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1999 – 27ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “À Sombra dos Abutres”, de Leonel Vieira

Dois homens simples, modestos e apolíticos veem suas vidas mudarem para sempre quando passam a ser perseguidos pela polícia política do governo ditatorial português na década de 1960
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2000 – 28ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme: “Pantaleón y las Visitadoras” de Francisco Lombardi

Pantaleón Pantoja, un capitán del ejército peruano es elegido para realizar la misión secreta de organizar y administrar un servicio de visitadoras (prostitutas), que deben de atender a.
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2001 – 29ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Latino: “Um Amor de Borges”, de Javier Torre

A mediados de la década del 40 y por intermediación de su amigo Adolfo Bioy Casares, Borges conoce a una desenfada joven uruguaya, de tendencias marxistas y quien, si bien gustaba de vincularse con intelectuales, era más propensa a las aventuras y a los aventureros. Se llamaba Estela Canto y tenía entonces 28 años (…)

Melhor Filme Brasileiro: “Memórias Póstumas”, por André Klotzel

Após sua vida, no ano de 1869, Brás Cubas decide por narrar sua história e revisitar os fatos mais importantes de sua vida, a fim de se distrair na eternidade. Começa então a relembrar dos amigos, como Quincas Borba, da sua displicente formação acadêmica em Portugal, dos amores de sua vida e, ainda, do privilégio que teve de nunca ter precisado trabalhar em sua vida.
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2002 – 30ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Durval Discos”, de Anna Muylaert

Durval mora com sua mãe no local onde também funciona uma loja de discos, a Durval Discos. Devido ao cansaço da mãe, eles contratam uma empregada que aceita trabalhar por apenas 100 reais. Contudo, alguns dias depois ela desaparece, deixando para trás uma menina e um bilhete, pedindo para que eles cuidem da garota por dois dias. Durval e sua mãe acolhem a menina, mas acabam tendo uma grande surpresa.

Melhor Filme Estrangeiro: “La Perdición de Los Hombres”, de Arturo Ripstein

A aclamada comédia de humor negro, cujo título é tirado de uma canção popular mexicana “a perdição dos homens são as malditas mulheres”, é a atração do Cine Ibermedia deste domingo (29), às 23h. Filmado em preto e branco, o filme é uma coprodução espanhol-mexicana, dirigida por Arturo Ripstein.
Duas mulheres compartilham suas vidas com um homem. Quando ele morre, vítima de uma terrível surra das mãos de seus companheiros de equipe de beisebol, surge o conflito entre as duas. Ambas querem enterrar o cadáver, e os equívocos e mal-entendidos se agravam, à medida que elas expõem seus pontos de vista sobre a morte.
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2003 – 31ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “De Passagem”, de Ricardo Elias

Melhor Filme Estrangeiro: “Los Lunes al Sol”, de Fernando Leon de Aranoa

Uma cidade portuária da Espanha é assolada pela crise financeira, o que faz com que sua principal indústria naval demita vários de seus funcionários. Eles encontram consolo em um bar e lá tentam se reerguer
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2004 – 32ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Longa-Metragem Ficção: “Vida de Menina” de Helena Solberg

Adaptação do livro Minha Vida de Menina, de Helena Morley, que está na lista de leitura obrigatória da FUVEST

Melhor Filme Estrangeiro: “Whisky”, de Juan Pablo Rabello e Pablo Stoll

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2005 – 33ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Gaijin – Ama me Como Sou”, de Tizuka Yamasaki

Em 1908 chega ao Brasil Titoe (Kyoko Tsukamoto), japonesa que vem ao país na intenção de conseguir dinheiro com seu trabalho para então retornar ao Japão e poder seguir sua vida no país-natal.

Melhor Filme Estrangeiro: “Un Mundo Menos Peor”, de Alejandro Agresti

Tutto il bene del mondo un film di Alejandro Agresti
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2006 – 34ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: Foram escolhidos dois – “Serras da Desordem” de Andreia Tonacci e “Anjos do Sol” de Rudi Lagemann

Carapirú é um índio nômade que escapa de um ataque surpresa de fazendeiros. Durante dez anos, anda sozinho pelas serras do Brasil central, até ser capturado em novembro de 1988, a 2 mil quilômetros de seu ponto de partida.
Com menos de 12 anos, Maria é vendida pela família maranhense, que acredita estar mandando a menina para uma vida melhor. Depois de sofrer num prostíbulo e fugir, ela tem uma reação surpreendente quando a prostituição cruza outra vez o seu caminho.

Melhor Filme Latino: “El Violin” de Francisco Vargas

https://youtu.be/Ko7p1ZrySQk

Al regresar a casa, Don Plutarco, su hijo Genaro y su nieto Lucio descubren que el ejército atacó su pueblo por sorpresa. Su doble vida de músicos y guerrilleros ya no puede esconderse más. Mientras Genaro y la guerrilla planean el contraataque, el viejo tiene su propio plan: va solo al pueblo para rescatar las municiones, pero al tocar su violín frente a la tropa todo se complica: el Capitán un amante secreto de la música, lo obliga a regresar a tocar cada día… ¿Logrará el viejo salir vivo de las fauces del lobo para ayudar a su familia?

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2007 – 35ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Castelar e Nelson Dantas no Pais dos Generais”, de Carlos Prates

Em Minas, nos anos da ditadura militar, cineastas atormentados pelos personagens de seus filmes lançam a pergunta fulminante: por que as mulheres são tão belas? Nenhum cometeu o erro de imaginar que a razão fosse o vestido. Mesmo quando as mulheres se encontram bem cobertas, a nudez sob as vestes pode ser possuída pelos olhos do bicho homem. Basta que ele saiba olhar com concentrada gana.

Melhor Filme Estrangeiro: “Nacido y Criado”, de Pablo Trapero

Santiago (Guillermo Pfening) un joven dedicado a la restauración de antiguos objetos y la decoración, vive cómodamente gracias al éxito del atelier que ha construido con Milli (Martina Gusman), su mujer. Junto a su pequeña hija Josefina conforman una feliz familia que transita lo cotidiano sin demasiados sobresaltos. Sin embargo, en la intimidad, Santiago se muestra ajeno al aparente bienestar. Un sorpresivo accidente en la ruta desata una tragedia familiar, un violento giro en su vida. En un paisaje helado del extremo sur argentino, Santiago irreconocible, reaparece trabajando en un perdido aeropuerto del fin del mundo. Pocos vuelos, poca gente, una pequeña pista de ripio y una destartalada torre de control.
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2008 – 36ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Ausência”, de Chico Teixeira

Na ausência de uma figura masculina para chamar de pai, muitos meninos precisam amadurecer antes do tempo. “Ausência” é um filme realista, mas o tema da infância interrompida e a descoberta da sexualidade não é tratado de maneira explícita. A obra levou o prêmio especial do júri na Mostra Competitiva de ficção do Festival do Rio de 2014. Esse é o segundo longa de ficção de Chico Teixeira, diretor do festejado “Casa de Alice”.

Melhor Filme Estrangeiro: “La Salada”, de Juan Martín Hsu

Obra participante del 1º Festival Nacional de Cine General Pico, dentro de la Competencia Nacional de Largometraje. La Salada es un mosaico de la experiencia del nuevo inmigrante en la Argentina, enlazado a través de tres historias que transcurren en la feria de La Salada, sobre un grupo de personajes de diferentes razas que luchan contra la soledad y el desarraigo de su tierra: un padre y su hija coreana (Yun-jin) – muy tradicionalistas y conservadores – se preparan para un casamiento arreglado con otra familia; al acercarse el compromiso Yun-jin comienza a dudar de su obligación. Un joven boliviano (Bruno) acaba de llegar al país en busca de trabajo y una oportunidad para instalarse. El camino no le es fácil pero el encuentro con ciertos personajes le ayudan en su objetivo. Por último, un vendedor de DVD’s taiwanés (Huang) que vive solo, tiene a su familia en Taiwán y su único contacto con ellos es por teléfono, además está en la búsqueda de una novia que lo acompañe es sus noches de soledad.
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2009 – 37ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Corumbiara” de Vincent Carelli

Em 1985, o indigenista Marcelo Santos denuncia um massacre de índios na Gleba Corumbiara, no sul de Rondônia. Vincent Carelli filma o que resta das evidências. Bárbaro demais, o caso passa por fantasia, e cai no esquecimento. Marcelo e sua equipe levam anos para encontrar os sobreviventes. Duas décadas depois, Corumbiara revela essa busca e a versão dos índios…

Melhor Filme Estrangeiro: “La Teta Asustada”, de Claudia Llosa

La teta asustada es una película peruana​ dirigida por Claudia Llosa y estrenada en 2009. La película se centra en Fausta (Magaly Solier), una joven que según sus creencias sufre una extraña enfermedad ficticia llamada “la teta asustada”, que transmite el miedo y el sufrimiento de madres a hijos a través de la leche materna, ya que su progenitora fue violada durante la época del terrorismo en el Perú. El film en sí, no específica si el delito fue cometido por terroristas o por las fuerzas militares.
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2010 – 38ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor filme Brasileiro: “Bróder”, de Jeferson De

O elogiado filme brasileiro foi exibido no Festival de Berlim, além de eventos nacionais, tendo sido grande vencedor do Festival de Cinema de Gramado, um dos mais importantes do circuito nacional. O filme se passa na periferia de São Paulo e é a estreia de Jeferson De na direção de um longa. No elenco, Caio Blat, Jonathan Haagensen, Silvio Guindane e Cássia Kiss. Estreia em 18 de março. O filme Bróder, de Jeferson De, faturou alto na 38ª edição do Festival de Cinema de Gramado, levando o prêmio de melhor filme, diretor e ator com Caio Blat.

Melhor filme Estrangeiro: “Mi Vida con Carlos”, de Germán Berger-Hertz

Germán tenía menos de un año cuando su padre, Carlos Berger, desapareció. Con el tiempo, la imagen que pudo reconstruir de él se formó en base a los recuerdos y las historias indirectas que pudo escuchar. Su familia mantenía una especie de silencio en torno a su figura, por lo que el documental “Mi vida con Carlos” vino a rasgar ese mutismo. “Esta película rompió el silencio que imperó en mi familia por más de 30 años. La razón de por qué la hice fue sólo una: la enorme tristeza que impedía a todos hablar de mi padre”, declara desde Barcelona Germán Berger, director de este documentaLa cinta de 83 minutos está narrada en primera persona, en la voz de un hombre que le habla a su padre asesinado -el padre que le quitaron-, mientras intenta reconciliarse con su biografía. Es una coproducción hispano-francesa, que también contó con la ayuda de Corfo y un fondo audiovisual.
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2011 – 39ª Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Uma Longa Viagem”, de Lúcia Murat

A história de três irmãos, com a linha dramática dada pela história do caçula, que vai para Londres em 1969, enviado pela família para não entrar na luta armada contra a ditadura no Brasil, seguindo os passos da irmã. Durante os nove anos em que viaja pelo mundo, ele escreve cartas. Contrapondo-se à entrevista e às cartas, os comentários em off da irmã, presa política que virou artista reconhecida e viaja pelo mundo, num processo inverso ao do irmão que, de viajante livre, foi obrigado a enfrentar internações em hospitais psiquiátricos.

Melhor Filme Estrangeiro: “Medianeiras – Buenos Aires na Era do Amor Virtual”, de Gustavo Taretto

Buenos Aires na Era do Amor Virtual, que conta a história de Martin, Mariana e seus desencontros. Eles vivem na mesma cidade, na mesma quadra, em apartamentos um de frente para o outro mas nunca conseguem se encontrar. Só conseguem se relacionar via internet. Se conhecem online, mas na vida offline se cruzam sem saber da existência um do outro. Como se encontrar no mundo “real” em uma cidade de 3 milhões de habitantes? Nas palavras de seu diretor Gustavo Taretto, “Medianeras é o resultado de várias ideias, que em algum momento — que eu nem sei dizer qual — começaram a se unir. A maioria delas é o resultado de minhas observações e da minha curiosidade sobre Buenos Aires e seus habitantes que muitas vezes vivem suas vidas mais na internet do que fora dela”.
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2012 – 40º Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Colegas”, de Marcelo Galvão

Stallone, Aninha e Márcio são grandes amigos e vivem juntos em um instituto para portadores da síndrome de Down. Um dia, inspirados pelos filmes que assistem na videoteca local, resolvem fugir para realizar seus sonhos, roubando o carro do jardineiro. O caso chega até a imprensa e a polícia coloca dois policiais trapalhões no encalço dos jovens, que estão dispostos a viver essa grande aventura.

Melhor Filme Estrangeiro: “Artigas, La Redota”, de César Charlone

Em 1884, o governo uruguaio encomenda ao pintor Juan Manuel Blanes um retrato do libertador José Artigas, que foi líder de um exército popular no país. O pintor se baseia em um esboço de 1811 para retratar o herói.
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2013 – 41º Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Tatuagem” de Hilton Lacerda

Año 1978. El régimen militar que gobierna Brasil desde el golpe de estado de 1964 parece que comienza a tambalearse. En ese contexto, un soldado de 18 años (Jesuita Barbosa) se enamora de un intelectual (Irandhir Santos) que tiene un cabaret anarquista, un hombre mayor que él que se niega a aceptar la dictadura.

Melhor Filme Estrangeiro: “Repare Bem”, de Maria de Medeiros

El guerrillero Eduardo Leite muere en 1970, tras 109 días de ser torturado por los militares brasileños. Su compañera, Denise, apresada durante su embarazo, huye a Chile luego del nacimiento de su hija y encuentra a sus padres. Pero la represión vuelve a alcanzarlos con Pinochet, obligándolos a dispersarse. Tras cuarenta años en Italia y Holanda, Denise y su hija reciben la amnistía y una compensación por parte de Brasil, lo que abre camino para un futuro más justo.
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2014 – 42º Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “A Estrada 47”, de Vicente Ferraz

Na Segunda Guerra Mundial, o Brasil era aliado dos Estados Unidos, Inglaterra e França. Na época, foram encaminhados mais de 25 mil soldados da FEB (Força Expedicionária Brasileira) para combater os inimigos, representados pelo Eixo: Alemanha, Itália e Japão. Quase todos de origem pobre e, em sua maioria, despreparados para o combate, os pracinhas tiveram que aprender na prática a lutar pela sobrevivência. Depois de sofrerem um ataque de pânico coletivo, no sopé do Monte Castelo, os soldados Guimarães (Daniel de Oliveira), Tenente (Julio Andrade), Piauí (Francisco Gaspar) e Laurindo (Thogum) tentam descer a montanha, mas acabam se perdendo um do outros. Quando conseguem se reencontrar, precisam decidir se retornam para o batalhão e correm o risco de enfrentar a Corte Marcial por abandono de posto, ou voltam para a posição da noite anterior e se arriscam a enfrentar um ataque surpresa do inimigo. É quando conhecem o jornalista Rui (Ivo Canelas), que conta sobre um campo minado ativo e eles acham ser essa a chance de se redimirem da mancada que cometeram, mas muita coisa ainda está por acontecer e a guerra está longe de acabar.

Melhor Filme Latino: “El Lugar Del Hijo”, de Manuel Nieto

Ao receber a notícia da morte do pai, Ariel regressa à aldeia natal e tem sua vida transformada. A história se passa em meio à mobilização sindical e estudantil que se levantou contra a crise no Uruguai.
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2015 – 43º Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Ausência”, de Chico Teixeira

Serginho, de 14 anos, está na fase de transição entre ser “menino e homem” depois que seu pai abandonou a família. Agora ele é o homem da casa, tomando conta da mãe e do irmão mais novo enquanto trabalha na feira e mantém sua amizade com Mudinho e Silvinha. Ele tem uma relação confusa, entre o sexo e o afeto, com o professor Ney.

Melhor Filme Latino: “La Salada”, de Juan Martín Hsu

La Salada es un mosaico de la experiencia del nuevo inmigrante en la Argentina, enlazado a través de tres historias que transcurren en la feria de La Salada, sobre un grupo de personajes de diferentes razas que luchan contra la soledad y el desarraigo de su tierra: un padre y su hija coreana (Yun-jin) – muy tradicionalistas y conservadores – se preparan para un casamiento arreglado con otra familia; al acercarse el compromiso Yun-jin comienza a dudar de su obligación. Un joven boliviano (Bruno) acaba de llegar al país en busca de trabajo y una oportunidad para instalarse. El camino no le es fácil pero el encuentro con ciertos personajes le ayudan en su objetivo. Por último, un vendedor de DVD’s taiwanés (Huang) que vive solo, tiene a su familia en Taiwán y su único contacto con ellos es por teléfono, además está en la búsqueda de una novia que lo acompañe es sus noches de soledad.
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2016 – 44º Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Barata Ribeiro, 716”, de Domingos Oliveira

Nos anos 1960, o escritor Felipe leva uma vida regada aos prazeres do álcool, em festas alucinantes realizadas no apartamento da famosa rua Barata Ribeiro.

Melhor Filme Estrangeiro: “Guaraní”, de Luis Zorraquín

Atilio é paraguaio que leva uma vida tranquila morando com uma de suas filhas nas margens de um grande rio. Seu maior sonho é ter um neto homem, tudo para que possa para transmitir a sua cultura Guaraní, ensiná-lo a sua língua e a pescar. Um dia, ao descobrir através de uma carta que uma de suas filhas que vive na Argentina será a mãe de menino, ele toma uma atitude corajosa: decide viajar mais de 1000km para convencê-la a dar à luz em casa. Fonte: Adoro Cinema
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2017 – 45º Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky

Rosa é uma mulher que almeja a perfeição como profissional, mãe, filha, esposa e amante. Filha de intelectuais e mãe de duas meninas pré-adolescentes, ela se vê pressionada pelas duas gerações que exigem que ela seja engajada, moderna e onipresente.

Melhor Filme Estrangeiro: “Sinfonia Para Ana”, de Virna Molina e Ernesto Ardito

Ana es una adolescente feliz a comienzos de los años 70′. Junto a Isa, su mejor amiga, viven tiempos de amor y rebeldía en el tradicional Colegio Nacional de Buenos Aires. Cuando conoce a Lito todo se transforma. Las presiones de sus amigos para que lo abandone y el miedo al debut sexual, la envuelven en un universo de dudas que la harán buscar refugio en el misterioso Camilo. Su corazón queda atrapado entre dos pasiones, mientras la Dictadura militar oscurece su mundo, con la muerte, la soledad y el terror. Con tan solo 15 años, Ana debe luchar por conservar su vida sin renunciar a lo que más ama.
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2018 – 46º Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: Las Herederas, de Marcelo Martinessi

“Las herederas” es una película paraguaya que ganó el Oso de Oro de Berlín como Mejor actriz (Ana Brun) y el Premio Alfred Bauer. La cinta ha causado opiniones divididas en su país de origen, por un lado los conservadores la califican como una historia que rompe los estereotipos morales de la nación y por el otro, los que apoyan que por fin Paraguay haga un cine más abierto a lo que sucede en el mundo actualmente. ¡Un triunfo!

Melhor Filme Estrangeiro: Ferrugem, de Aly Muritiba

Tati e Renet já estavam compartilhando fotos, vídeos e música pelos seus celulares e na última viagem da escola eles começaram a trocar olhares. No entanto, o que poderia ter sido o começo de uma história de amor torna-se um fim.
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2019 – 47º Festival de Cinema de Gramado

Melhor Filme Brasileiro: “Pacarrete”, de Allan Deberton

Pacarrete (Marcélia Cartaxo) é uma professora de dança aposentada, que vive com a irmã Chiquinha (Zezita Matos) no Russas, interior do Ceará, tendo Maria (Soia Lira) como empregada doméstica . Rigorosa e ranzinza, ela vive limpando a calçada e brigando com quem passa por ela. Seu grande sonho é estrelar um balé para a população local durante a grande festa da cidade, que está prestes a acontecer. Para tanto, ela manda confeccionar uma nova roupa de bailarina ao mesmo tempo em que tenta convencer a prefeitura de seu show. Entretanto, a falta de interesse da população em geral por espetáculos do tipo logo se torna um grande oponente. . Fonte: Adoro Cinema

Melhor Filme Estrangeiro: “El Despertar de Las Hormigas”, de Antonella Sudasassi Furnis

En un pueblo de Costa Rica, Isabel atiende todo el día la casa, a sus hijas y a su esposo, eso aprendió, y eso enseña a sus hijas. Isabel es buena madre, buena esposa, buena nuera. Cuando su familia política la presiona para tener otro hijo, “el varón”, una serie de revelaciones le llevan a enfrentarse consigo misma, su entorno y su familia. La costumbre, el calor, su larga cabellera, los insectos que invaden hasta los espacios más íntimos y la presión de su familia empiezan a torcer la imaginación de Isabel. A sus 30 años, siempre ha hecho lo que los demás esperan de ella. Isabel debe decidir si enfrentar o no a su familia
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Troféu Oscarito

Troféu Eduardo Abelin

Kikito de Cristal

Troféu Cidade de Gramado

Santa Rita de Cássia

Foto: Tela Tomazeli

Oração a Santa Rita por uma causa impossível

Ó poderosa e gloriosa Santa Rita chamada Santa das causas impossíveis, advogada dos casos desesperados, auxiliadora da última hora, refúgio e abrigo da dor que arrasta para o abismo do pecado e da desesperança, com toda a confiança em vosso poder junto ao Coração Sagrado de Jesus, a vós recorro no caso difícil e imprevisto, que dolorosamente oprime o meu coração.

(Faça seu pedido)

Alcançai a graça que desejo, pois sendo-me necessária, eu a quero. Apresentada por vós a minha oração, o meu pedido, por vós que sois tão amada por Deus, certamente será atendido. Dizei a Nosso Senhor que me valerei da graça para melhorar a minha vida e os meus costumes e para cantar na Terra e no Céu a Divina Misericórdia.

Santa Rita das causas impossíveis, intercedei por nós! Amém.

Leia a linda e comovente história de Santa Rita! Ore e peça, se te é de direito Ela te atenderá.

História de Santa Rita de Cássia – https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-santa-rita-de-cassia/106/102/

Santa Rita de Cássia era filha única. Nasceu em maio do ano de 1381, nas montanhas em Roccaporena, perto de Cássia, região da Umbria, Itália. Era filha de Antônio Mancini e Amata Ferri, casal de muita oração e do qual todos gostavam. Não sabiam ler nem escrever, mas ensinaram à filha tudo sobre a fé em Jesus e Nossa Senhora. Eles contavam a ela também histórias de vida de muitos santos e santas, o que muito contribuiu para sua formação.

Vida de Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia queria ser religiosa, mas seus pais escolheram para ela um marido, como era costume na época. O marido escolhido foi Paolo Ferdinando. Não foi uma boa escolha, pois Paolo era um infiel no matrimônio e tinha o hábito de beber demais. Por causa dele, Santa Rita sofreu por 18 anos, período em que foi casada. O casal teve dois filhos. Durante o tempo de casada, Rita demonstrou muita paciência e resignação por tudo que sofreu.

Mesmo sofrendo, ela nunca deixou de rezar pela conversão dele. Por fim, a mansidão e o amor de Rita transformaram aquele homem rude e bruto. Paolo se converteu e mudou sua vida conjugal de tal forma que as amigas de Rita e as mulheres da cidade vinham aconselhar-se com ela.

Paolo, embora verdadeiramente convertido, tinha deixado um rastro de violência e rixas entre alguns grupos da cidade. Assim, um dia ele saiu para trabalhar e não voltou para casa. Santa Rita de Cássia teve a certeza de que algo horrível tinha acontecido.

No dia seguinte ele foi encontrado morto. Tinha sido assassinado. Seus dois filhos, que já eram jovens, juraram vingar a morte do pai. Santa Rita, então, pediu a Deus que não deixasse eles cometerem esse pecado mortal. Logo os dois ficaram muito doentes, de forma incurável. Antes que eles morressem, porém, Santa Rita ajudou os dois a se converterem, ao amor de Deus e ao perdão. A graça foi tão grande que os dois conseguiram perdoar o assassino do pai, e morreram.

Parece estranho, mas a morte dos dois filhos de Santa Rita quebrou uma corrente de ódio e vingança que poderia durar anos, causando muito mais sofrimentos e mortes. Depois disso, Santa Rita de Cássia teve a certeza em seu coração de que os três estavam juntos no céu. Assim, tudo tinha valido a pena.

Deus coloca Santa Rita de Cássia no convento

Santa Rita, estando sozinha na vida, quis entrar para o convento das irmãs Agostinianas, obedecendo ao chamado que sentia desde menina. As irmãs, porém, estavam em duvida sobre sua vocação, visto que tinha sido casada, o marido fora assassinado e os dois filhos morreram de peste. Por tudo isso, elas não queriam aceitar Rita no convento.

Então, numa noite, Santa Rita dormia, quando ouviu uma voz chamando: Rita. Rita. Rita.

Ela abriu a porta e estavam ali, São Francisco, São Nicolau e São João Batista. Eles pediram que ela os seguisse e depois de andarem pelas ruas, os santos desapareceram e Rita sentiu um suave empurrão. Ela caiu em êxtase e, quando voltou a si, estava dentro do mosteiro, estando este com as portas trancadas. Então as freiras não lhe puderam negar a entrada. Rita viveu ali por quarenta anos.

Milagres de Santa Rita de Cássia

Em dúvida se vocação de Rita era verdadeira, a superiora mandou-a regar um pedaço de madeira seca que estava no jardim do convento. Ela deveria fazer aquilo por um ano. Rita obedeceu com paciência e amor. Depois de um ano, para a surpresa de todos, mais um milagre aconteceu: o galho se transformou numa videira que dá uvas até hoje.

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