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Novo livro Laje de Pedra Origens narra formação da cidade de Canela e do Laje de Pedra

Um dos relógios que fazia parte da decoração do antigo Laje de Pedra. Foto de Tadeu Vilani – Livro documental é assinado por Eduardo Bueno (Peninha), Liliana Reid e Cláudia Aragón e conta com trabalhos de mestres da fotografia brasileira sob a coordenação geral de Fernando Bueno.


O Instituto Cultural Laje de Pedra lança o livro Laje de Pedra Origens, obra que é resultado de uma extensa pesquisa histórica que inclui o trabalho de grandes fotógrafos e um vasto acervo documental para contar a história desde a formação geológica da região até o Laje de Pedra como seu capítulo mais recente. A publicação traz ainda imagens produzidas através de um ensaio fotográfico inédito no Brasil, fruto de uma imersão capaz de transformar em poesia a arquitetura do hotel adormecido e de valorizar como nunca a paisagem do lugar.

“A obra busca revelar histórias pouco conhecidas e reviver importantes memórias afetivas, honrando o legado deste grande ícone da hospitalidade”, sintetiza o presidente do Instituto Cultural Laje de Pedra e sócio do empreendimento, Márcio Carvalho. No material, construído a partir de ampla pesquisa documental e de entrevistas, estão apresentados desde o processo de formação da paisagem exuberante com seus maciços de basalto cunhados ao longo de 200 milhões de anos e a utilização do local mítico pelos povos originários até a fundação de Canela por João Corrêa e a instalação do hotel icônico em frente ao Vale do Quilombo.

A paisagem intocada é revelada do ponto de vista artístico. O hotel Laje de Pedra, fechado em 2020, se reflete em cores e texturas capazes de transportar o leitor aos acontecimentos testemunhados pelas paredes, móveis e outros objetos que compõem cada imagem.

“O Laje de Pedra sempre foi uma importante referência cultural e social do Rio Grande do Sul. Por isto, diante do seu renascimento, antes mesmo do primeiro tijolo assentado, se resgatou e construiu cultura como gesto de reconhecimento e admiração à força da região que conquistou a Kempinski para sediar seu primeiro hotel no Brasil”, explica Carvalho.

A obra é conduzida através de textos de Eduardo Bueno (Peninha), autor de mais de 30 livros, dentre eles a coleção Brasilis que vendeu mais de 1 milhão de exemplares e ocupou o topo da lista de mais vendidos no País, Liliana Reid, jornalista e autora do Almanaque da História e do Turismo de Canela, e Cláudia Aragón, jornalista e escritora, com projetos autorais como “Porto Alegre, quem diria!” e autora de diversos livros biográficos sobre marcas, cidades e pessoas. Colaboram, ainda, Sebastião Fonseca de Oliveira e Carlos Melzer.

As fotografias foram realizadas sob a coordenação de Fernando Bueno através da parceria do Instituto Cultural Laje de Pedra com o Canela Instituto de Fotografia e Artes Visuais. Fotógrafos foram selecionados para desenvolverem e aprofundarem sua produção no campo expandido da fotografia tendo como tema o território do Hotel Laje de Pedra e seu entorno com a orientação de grandes nomes da fotografia. Além das residências fotográficas no Laje de Pedra, os profissionais participaram de expedições na região dos Campos de Cima da Serra e no Vale dos Vinhedos. “Há 50 anos na fotografia, me surpreendi com os resultados, me emocionei muito com a integração entre os alunos, os mestres e esse lugar”, ressalta Fernando Bueno.

Os cinco mestres que orientaram as residências foram André Severo, Leopoldo Plentz, Clóvis Dariano e Betina Samaia, além do próprio Fernando Bueno. Em jornadas especiais, o grupo contou ainda com a participação especial de João Farkas e Claudio Edinger.

O livro Laje de Pedra Origens é uma publicação da Buenas Ideias e poderá ser encontrado no Mirante Laje de Pedra a partir de dezembro, primeira operação do Kempinski Laje de Pedra e um espaço que conjuga arte, cultura e gastronomia aberto ao público em Canela (Rua das Flores, 222). As fotografias oriundas do projeto estarão nas exposições Alma Imortal e Terra Casta que integram a programação da Galeria do Laje de Pedra.

Também são realizações do Instituto Cultural Laje de Pedra a formação e manutenção da Orquestra Filarmônica do Laje de Pedra, atração residente do Anfiteatro Laje de Pedra, e a intervenção artística Casulo da artista Heloisa Crocco, obra de envelopamento da antiga fachada do hotel presente ao longo do processo de retrofit, que se estende até 2024.

Receita obtida com a venda da publicação será totalmente revertida a instituição social de Canela

Não é só resgatando de uma maneira inédita e esteticamente única a história de Canela, que a iniciativa do Instituto Cultural Laje de Pedra apoia e valoriza a cidade. O valor arrecadado com a venda dos 500 exemplares do livro Laje de Pedra Origens será integralmente doado ao Centro Social Padre Franco, uma das principais instituições sociais de Canela.

O local atende crianças no turno inverso ao da escola. Lá, elas têm aulas de música, pintura, dança, tecido, lira, informática, espanhol, dentre outras atividades, e recebem café da manhã, almoço e jantar diariamente.

O livro está à venda no Mirante Laje de Pedra e em diferentes pontos de Gramado, Canela e Porto Alegre pelo valor de R$ 300,00 ou pelo site https://www.sympla.com.br/iclp.

  • Ficha Técnica Laje de Pedra Origens
  • Autores: Eduardo Bueno, Fernando Bueno, Liliana Reid e Cláudia Aragón
  • Editora: Buenas Ideias
  • Nº de páginas: 300
  • Valor: R$ 300,00
  • Tamanho: 23,4 cm x 30 cm
  • ISSBN: 978-65-995788-2-3

Sobre o Kempinski Laje de Pedra

O Laje de Pedra, em Canela (RS), será o primeiro hotel da rede de luxo Kempinski no Brasil em parceria com a LDP Canela S/A. Em uma área total de 61 mil m², o hotel terá 357 apartamentos, 4 restaurantes e 5 bares internacionais com amplos terraços e vistas únicas, enoteca, rooftop bar com lareira aberta, teatro e área para eventos. A previsão de abertura aos hóspedes é 2024.

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