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Somos profissionais de eventos e estamos sem trabalhar desde março de 2020

Para quem não conhece, este é um dos maiores centros de feiras do Rio Grande do Sul, o Serra Park. Localizado em Gramado, com uma área de 460.000 m², sendo 28.000m² coberta, possui ar condicionado central com ciclo reverso, estacionamento externo para 3.000 veículos, dois restaurantes e uma lanchonete/coffee shop, sanitários amplos em cada pavilhão, piso em concreto estruturado liso e nivelado, pé direito mínimo de 8m. Cabeamento de fibra ótica, 2.300 KVA de energia elétrica, docas de carga e descarga, internet Banda Larga / Wireless, telhado com isolamento térmico. O último evento realizado foi em fevereiro de 2020.

Temos (Tela Tomazeli Eventos), como organizadores de eventos (casamentos, aniversários de 15 anos, corporativos…) e, principalmente, atendendo a logística de feiras no setor de credenciamento desde a montagem até o acesso ao lojista em feiras como Fenin, SICC e Zero Grau, longa relação com o Serra Park. Na verdade, acompanhamos a colocação dos últimos tijolos dos pavilhões e desde então trabalhamos dentro do centro de feiras e eventos e, como eles, os organizadores, os montadores, o receptivo, o serviço de limpeza, de segurança, de alimentação, de sinalização… estamos sem trabalho.

De todos os fornecedores, o que mais nos torna sensíveis são as equipes de montagem, o ‘chão de fábrica’, como se diz no setor calçadista. Não temos a menor ideia do que está por vir, mas temos a certeza de que precisamos retomar e, o setor público deve se dar conta disso, imediatamente.

Serra Park. Fotos: Dinarci Borges

Manacá-da-serra tem versão anã que vai até em vasos

A variedade anã, que chega a 3 metros, é muito indicada para cultivo em vasos e faz um bonito conjunto com quaresmeira e manacá-de-cheiro, seus parentes próximos, embora não tenha as folhas ásperas da primeira nem o perfume penetrante da segunda.

Típico da Mata Atlântica brasileira, o manacá-da-serra vegeta a mata litorânea dos estados do Rio de JaneiroSão Paulo e Santa Catarina. Gosta de sol pleno e substrato arejado (uma parte de terra vegetal, uma parte de composto orgânico e duas partes de areia), de preferência ligeiramente ácido, para se aproximar do solo das encostas e restingas de onde é nativo. Regue com frequência, especialmente mas épocas mais quentes do ano.


Floresce de novembro a fevereiro; em março surgem pequenos frutos duros, semelhantes a coquinhos, que portam sementes finas como grãos de areia. A germinação por sementes é trabalhosa, prefira a propagação por estacas ou compre logo uma muda, facilmente encontrada em casas de jardinagem.

Manacá-da-serra é a única árvore do gênero que muda suas flores de cor

O gênero Tibouchina possui cerca de 30 espécies, todas oriundas da América do Sul, muitas delas nativas do Brasil. A florada é sempre em tons de rosa, roxo e lilás, mas nem todas possuem essa capacidade de mudar de cor conforme ficam velhas, como acontece com o manacá-da-serra, daí seu sobrenome científico ser “mutabilis“, que em latim significa “mutável, que se transforma“. Fonte: https://minhasplantas.com.br/plantas/manaca-da-serra/

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