Tudo muda quando a gente muda...

Os anos me mostraram que a vida é como eu a percebo, meus olhos, meus ouvidos, minha boca, absorvem e expressam exatamente o que está dentro de mim e, é determinante entender que o outro não é responsável por absolutamente nada no que me diz respeito. Eu valoro as relações e as considerações sob minha óptica, e aí cabe entender que, quem precisa de óculos sou eu e não o meu interlocutor.

 

A onda da ‘resistência’

Também no decorrer dos anos, abaixo de ‘muito pau’ e depois de ter entendido o que escrevi acima, passei a dar oportunidade, não ao outro, mas a mim mesma e, gradativamente afrouxo cada dia mais o buçal, me oportunizando dessa forma a perceber que talvez não seja o mundo que está contra mim, mas, eu que não esteja dando oportunidade a ele...

 

A falta de consciência

Dias atrás gravei um vídeo sobre a necessidade de a cidade estar decorada, além do papel do poder público. Um morador me encheu de mimimi, principalmente por a decoração estar focada no centro. E minha resposta foi e continua: tu decorou teu estabelecimento? Não né, a maioria não. Então vai fazer a tua parte que o poder público está fazendo a dele. Simples assim!