Fotógrafos

Vitor Hugo Travi

Vitor Hugo Travi

http://www.pampeana.eco.br

Biólogo pela PUC-RS e Ecólogo pela UFRGS, utiliza a fotografia de natureza como elemento didático para sua coluna no jornal Nova Época de Canela e para postagens com apelo ambiental na rede social, servindo de apoio a trabalhos de Educação Ambiental. Foi o criador do Projeto Loboguará, pioneiro nos assuntos relacionados com o ensino prático sobre a natureza. É sócio gerente da Pampeana Produções Ambientais ltda, com sede em Canela RS. / AS IMAGENS POSSUEM DIREITO AUTORAL

 

Por-de-sol de inverno no topo do Rio Grande, com um céu pintado pelo sol que se esconde e pela fuligem das queimadas da época. 

 

Maria-faceira, uma elegante garça nativa que habita os campos e banhados do topo do Rio Grande. 

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São José dos Ausentes em Rio Grande do Sul

18/08/2016

Cascata do Perau Branco, formada pelo Rio Sepultura, local de muitas histórias sinistras de guerras passadas. (São José dos Ausentes)

 

Uma velha porteira de campo emoldurada pelos liquens que se adonam da estrutura abandonada, parecendo a barba de um ancião. (São José dos Ausentes)

 

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No topo do Rio Grande

Oi Tela, tudo bem?
Ando aqui por ausentes dando seguimento ao meu projeto de Um ano no topo do Rio Grande. Cenários fantásticos de cores e fogo, prometendo ainda um frio bagual para o final de semana.

 

No meio do campo dourado de inverno, destaca-se uma pequena ilha de araucárias, perto do Monte Negro, local mais alto do Rio Grande do Sul. 


O tico-tico é uma dos pássaros mais comuns aqui nos campos de São José dos Ausentes. É visto tanto no campo com nas matas de araucárias. 

 

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Harmonia

Amanhece no Topo do Rio Grande e a beleza do céu rivaliza com o encanto do Cânion Monte Negro, com a planície costeira de Santa Catarina ainda encoberta pelo nevoeiro.

 

Escada de araucárias. São Joaquim, SC

 

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Um ano no topo do Rio Grande do Sul

Um ano no topo do Rio Grande do Sul

O Monte Negro ao fundo e o cânion homônimo em primeiro plano, em São José dos Ausentes. Crédito Vitor Hugo Travi

 

Expedição ao ponto mais alto do Rio Grande do Sul durante o período de um ano, registrando a natureza no mais espetacular cenário gaúcho.

 

Apoio: Jornal Nova Época e Pampeana Produções Ambientais

Vitor Hugo Travi

 

Objetivo

Realizar uma série de quatro expedições a região do Cânion Monte Negro, em São José dos Ausentes – RS, para fotografar e escrever sobre as mudanças impressas na paisagem, na flora e na fauna ao longo das quatro estações do ano.

 

Resultado esperado

Para cada estação do ano serão feitos registros fotográficos e produção de textos para publicação semanal no jornal Nova Época de Canela – RS, com um total aproximado de até trinta dias por estação, totalizando 120 dias de campo ao longo de um ano. Este material poderá ser compilado e transformado em um livro com o título provisório “A dinâmica da natureza na região do cânion Monte Negro”, onde serão incluídos fotos dos ambientes nas quatro estações, da fauna e da flora e suas alterações de cores, formas e texturas provenientes de adaptações ao rigor do clima e da altitude do local.

 

Por que no Monte Negro

O Monte Negro é um pico que existe na borda oeste do cânion homônimo no interior do município de São José dos Ausentes, sendo ali o ponto mais alto do Rio Grande do Sul, com 1.397 metros acima do nível do mar. Os invernos são severos com freqüentes registros de neve e geadas, baixa densidade demográfica e uma natureza muito rica e diversificada, fazendo deste local um dos mais interessantes e originais para estudos da dinâmica da natureza.

 

Local dos trabalhos

A base dos trabalhos será a sede de uma fazenda que fica ao pé do Monte Negro, em sua face oeste, na localidade conhecida como A Pipa. Ali será montado uma infra estrutura adequada para a realização dos trabalhos de campo para suportar as baixas temperaturas do inverno e primavera, ficando distante cerca de 50 quilômetros da sede do município.

 

Cronograma de atividades (passível de alterações de acordo com as condições climáticas)

 

Data das expedições

Atividades

Inverno 2016

1ª - 20 de junho a 4 de julho

2ª - 29 de julho a 15 de agosto

Fotografar fauna, flora e paisagem; escrever seis colunas para o jornal; produzir textos para o livro

Primavera 2016

3ª - 18 a 30 de setembro

4ª - 16  a 31 de outubro

Fotografar fauna, flora e paisagem; escrever seis colunas para o jornal; produzir textos para o livro

Verão 2016/17

5ª - 10 a 22 de dezembro

6ª - 15 a 31 de janeiro

Fotografar fauna, flora e paisagem; escrever seis colunas para o jornal; produzir textos para o livro

Outono 2017

7ª - 18 a 31 de março

8ª - 16 a 30 de abril

Fotografar fauna, flora e paisagem; escrever seis colunas para o jornal; produzir textos para o livro

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Catedral de Pedras de Canela

"Mesmo sem as suas cores iluminadas pelo dia, que se inicia, a Catedral de Pedras de Canela mostra a sua empatia."

 

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São José dos Ausentes - RS

09/06/2016

"O Rio Divisa divide o ambiente entre a mata de araucária, na encosta, e o campo de altitude que forra as coxilhas, em São José dos Ausentes - RS"

 

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Cogumelos

Época de cogumelos silvestres comestíveis, como o Lactarius deliciosus. Crédito Vitor Hugo Travi

 

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