A febre mundial Pokémon GO

Crédito: https://cdn1.vox-cdn.com/uploads/chorus_asset/file/6625539/pokemon-go-nick_statt-screenshots-1.0.jpg

Muita gente se pergunta o motivo que tem levado tantas pessoas as ruas com os olhos grudados em seus smartphones nas últimas semanas. A resposta é simples, o lançamento de Pokémon Go.

Pra você entender a razão de tanto sucesso, temos que voltar para o ano de 1995 quando os monstrinhos foram apresentados para o mundo. A franquia começou com um par de jogos lançados para o Game Boy original, desenvolvidos pela Game Freak e publicados pela Nintendo. Jogos que começaram uma revolução, não apenas pela febre do momento, mas pelo gameplay em que o jogador poderia continuar brincando mesmo depois de ter passado pelo último estágio do game.

Após duas décadas a franquia ressurge em um cenário tecnológico totalmente diferente mantendo seu conceito básico: fazer com que o jogador capture o maior número de Pokémon possíveis, mas agora, no mundo real. Para isso o game utiliza a geolocalização do smartphone do usuário e, conforme movimento, apresenta os mais diversos monstrinhos espalhados pela cidade.

Um dos destaques mais positivos do jogo é a possibilidade de “colocar os jogadores para andar” até os chamados "PokéStops", lugares que atraem muitas pessoas e que normalmente possuem a maior quantidade de Pokémon. Essas paradas estão em referências de localização dentro das mais diversas cidades. Isso traz a tona o ponto mais positivo do jogo: tirar o usuário de casa para brincar na rua. Ao mesmo tempo, por ser tratar de uma plataforma mundial, o game favorece a exploração de pontos turísticos. 

Chega a ser impressionante o alcance do jogo em tão pouco tempo. Pokémon Go já é um dos apps mais baixados do mundo e também está entre os serviços que mais faz com que o usuário permaneça conectado em uma mesma plataforma.

É sempre muito bom reviver lembranças da infância, mas quando essas lembranças alcançam uma dimensão mais próxima possível da realidade, todos queremos nos tornar "Mestres Pokémon".

 

E-mail do colunista: marcus@rossiezorzanello.com.br

O conteúdo da coluna assinada assim como as imagens é de responsabilidade do colunista.