(Lc. 21,5-19)

33º Domingo do Tempo Comum

Os discípulos de Jesus foram alertados contra os falsos alarmes de chegada do fim do mundo. O resultado disto era o medo, a insegurança e, de modo especial, o sentir-se bloqueado e desmotivado para fazer o bem. É perda de tempo dar ouvido a quem se considera entendido nas coisas relativas ao fim do mundo, e quer se fazer de mestre dos outros.

As perseguições e dificuldades devem ser vistas pelos discípulos como ocasião de que tudo acabará em breve. Por causa do nome de Jesus, eles seriam aprisionados, entregues às sinagogas judaicas, e levados diante de reis e governadores. Entre seus traidores estariam os seus próprios familiares e amigos. Seriam odiados, e muitos haveriam de sofrer morte violenta.

Em todas estas circunstâncias trágicas, os discípulos teriam a possibilidade de experimentar a proteção divina. Do Pai receberiam força para se defenderem diante dos tribunais, rebatendo as falsas acusações e testemunhando o nome de Jesus com denodo. E também, a força necessária para não se intimidarem e nem sucumbirem às investidas dos adversários.

Se forem capazes de perseverar, até o fim, no testemunho de Jesus, serão salvos. Desta forma, ficará patente sua adesão radical ao Reino e sua não compactuação com o mal e o pecado. Quem perseverar experimentará a misericórdia salvífica do Pai.

 

Façamos nossa oração:

Espírito de constância vem em nosso socorro nos momentos de provação e dificuldade, quando a perseverança se tornar difícil, e a fidelidade, um desafio. Amém.

 

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