(Lc. 9,18-24)
Em nossa sociedade aparecem muitos dizendo ter poderes, outros criam ídolos como cantores, artistas de cinema, novelas. No entanto, muitos cristãos perdem o sentido último Daquele é a “resposta que buscamos para a felicidade”. No tempo de Jesus havia muitos comentários sobre Ele, inclusive entre os discípulos. Numa ocasião em meios aos comentários Jesus pergunta: “Quem dizem os homens quem eu sou”? Num primeiro momento os discípulos ficaram atrapalhados, pois Jesus os pegou de surpresa, mas depois Pedro afirmou: “Tu és o Messias de Deus”.

As primeiras gerações de cristãos sempre tiveram presente essa pergunta de Jesus, pois a Igreja de Jesus deveria ouvir sempre de novo a pergunta que Jesus fizera aos discípulos. “A grande tarefa dos cristãos hoje é reunir forças e abrir caminhos para reafirmar com muito mais vigor a centralidade de Jesus em sua Igreja; todo o resto vem depois”. (PAGOLA, 2012). Será que Cristo continua a ser o centro de nossas vidas? O mundo hodierno nessa cultura secular e dessacralizadora com novos ídolos afastam do verdadeiro “enviado do Pai, Jesus Cristo”. “Não devemos nos enganar precisamos cada um de nós, colocar-nos diante de Jesus, deixar-nos olhar diretamente por Ele e ouvir do fundo de nosso ser suas palavras: “Quem sou eu realmente para vós””? A resposta deve ser muito mais pela vida que levamos do que com palavras.

É nesse sentido que se deve levar em consideração que “...Jesus é a coisa maior que nós cristãos temos, pois Ele infunde outro sentido e abre novos horizontes à nossa vida, nos transmite outra lucidez e outra generosidade, Ele nos comunica outro amor e outra liberdade, Ele é nossa esperança”.(ibidem). Jesus o Deus da vida, nos convida a reorientar tudo para uma vida mais digna, generosa e mais humana. Quantos cristãos estão longe buscando o sentido em outras pastagens, quando Cristo é a resposta segura e cheia de sentido para nossa existência. Pense!

 

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